SOBRE
Alèxandre Perlingeiro
Eu tinha cinco anos e era vesgo. Dois amigos me empurraram na frente de casa. Corri para dentro chorando, minha mãe estava lavando louça, e eu levei uma palmada.
Mentor de inteligência emocional para alta pressão desde 2013. Antes disso, oficial da Marinha do Brasil e professor de yoga.

TRAJETÓRIA
Como cheguei aqui.
Fui oficial da Marinha do Brasil. Depois, por anos, professor de yoga. São dois mundos distantes, mas ensinam a mesma coisa: o que o corpo e a cabeça fazem quando a pressão sobe - e o que dá para treinar ali.
Em 2013 comecei a mentorar. No começo, de tudo um pouco. Com o tempo, uma coisa foi ficando clara: as pessoas que me procuravam não tinham falta de capacidade. Tinham medo, ansiedade, autocrítica - o emocional sabotando gente competente na hora que mais importava.
DE ONDE ISSO VEM
Eu tinha cinco anos.

Eu tinha cinco anos e era vesgo - estrabismo convergente. Estava na frente de casa brincando com dois amigos quando os dois me empurraram. Caí, me assustei e entrei correndo atrás da minha mãe, chorando. Ela estava na cozinha, lavando louça. Eu pedi colo e levei uma palmada.
Ela reagiu. Quem interpretou fui eu - e a interpretação foi de criança: o mundo é destruidor e eu tenho que ser perfeito para não ser destruído. Ninguém me disse isso. Eu concluí sozinho, em segundos, e passei décadas escolhendo a partir dali.
Isso não é uma história minha. Entre os zero e os sete anos acontece alguma coisa com toda criança, e ela carrega a conclusão daquele dia pela vida inteira. É desse mecanismo que o meu trabalho trata.
Aquilo não se apaga. Eu ainda sei o que senti naquela cozinha. O que mudou foi o lugar que a conclusão ocupa - ela parou de decidir por mim.
O marco não se apaga. Ele deixa de decidir.
POR QUE ESSE TRABALHO
O que eu vi se repetir.
Vi o mesmo padrão no executivo em transição e no candidato às vésperas da prova. A pessoa sabe o que fazer. Estudou, se preparou, tem currículo. E, na hora, o medo assume o comando - e o que ela sabe não aparece.
Foi isso que decidi perseguir. Não motivar, não dar mais conteúdo. Trabalhar o emocional para que ele pare de atrapalhar e comece a jogar a favor. É o Método Nervos de Aço.
COMO EU TRABALHO
Direto, sem enrolação e sem promessa mágica. Olho o seu caso concreto - a sua prova, a sua decisão, o seu medo - e a gente trabalha dali.
Não tiro o medo de ninguém. Tiro o medo do lugar de comando.
Quer entender melhor o trabalho?
Comece por aqui - reuni o essencial em poucas peças, na ordem que eu escolheria para você.